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Um caderno aberto

O mundo passa
por dentro.

Escritos sobre o que nos atravessa.
Os lugares, as relações, as formas
de estar com o outro.

Ilustração em gravura: uma mão enraizada sustenta uma planta; um fio conecta o mar, um sol, um pássaro e um fragmento de tecido.
Tudo começa em relação.
mudar o olhar,
encontrar um sul.

POR JULIANA CALISTO
Estudante de Psicologia · UNESC

Abrir o cadernoTextos de demonstração
Entre os escritos

Pequenas entradas.
Perguntas que ficam.

Todos os escritos

Nem toda pergunta
precisa de pressa.

uma pausa à margem

De onde se olha

Todo olhar
tem um lugar.

A vida acontece entre pessoas, ruas, memórias e modos de habitar. É desse chão que partem as perguntas deste caderno.

Casas coloridas se aproximam na encosta de uma cidade
os lugares que habitamos
Duas pessoas lado a lado, envoltas em tecidos coloridos
as relações que nos formam
SOBRE ESTE CADERNO

Entre o singular
e o comum.

Um espaço de escrita para aproximar o estudo da vida cotidiana. Observar os vínculos, reconhecer diferenças e pensar a partir dos lugares que habitamos. Aqui, território aproxima a experiência pessoal das condições de viver em comunidade.

Ensaios, notas e perguntas em construção.

Território é o chão comum entre

psicologia·comunidade·acolhimento·política
Retrato de Juliana Calisto
Juliana Calisto

QUEM ESCREVE

Juliana,
em formação.

Estudante de Psicologia na UNESC, com experiência em hospitalidade e atuação em diversidade e ações afirmativas.

Seus interesses passam pela Psicologia Social e Organizacional, inclusão, políticas públicas e apoio psicossocial. Fala português, inglês e espanhol.

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UM OLHAR EM CONSTRUÇÃO